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02/07/2019 às 16h29min - Atualizada em 02/07/2019 às 16h29min

Concluída escavação de ′piscinão′ no Parque do Japão para acomodar carpas.

Da Dir. Com. Maringá.
Aldemir de Moraes\PMM


A Secretaria de Serviços Públicos (Semusp) já concluiu a escavação do ′piscinão′ que servirá de abrigo para carpas no Parque do Japão. A ideia inicial de instalar tanques artificiais foi descartada e optou-se pela construção de um novo lago, a princípio provisório.  O local será impermeabilizado e receberá equipamentos específicos, como filtros de água e aeradores. A área cavada no fundo do parque, em frente a estufa de plantas, mede cerca de 130 metros quadrados (12x11) e 1,5 metro de profundidade. 
 
A decisão de retirar as carpas dos lagos foi tomada depois de grande mortandade observada a partir do início de junho, após intensas chuvas. Suspeita-se de contaminação da água provocada por alguma substância química. Os laudos ainda não apontaram a origem do problema. As investigações continuam. A tese mais aceita entre especialistas da UEM e do Unicesumar, instituições de ensino que mantêm relações de parceira com o Parque do Japão, supõe a presença de soda caústica no lago. 
 
Os problemas sugiram na primeira semana de junho, após chuvas intensas que devem ter levado aos lagos algum tipo de substância contaminante, via deslocamento de água (enxurrada) ou através das nascentes. Desde então, cerca de 500 carpas morreram. Como medida emergencial, o lago em frente ao deck (restaurante) foi esvaziado e as carpas transferidas para outros espaços. Contudo, a mortandade continuou, razão da medida de se retirar os peixes dos lagos e acomodá-los em tanques artificiais.
 
A ideia original está mantida, mas trocou-se o tanque por uma área escavada. Os lagos serão totalmente drenados, o que já foi feito com dois lagos, higienizados e impermeabilizados. Equipamentos que garantem a qualidade da água, como filtro e aeradores, serão instalados para prevenir a futura repetição do problema (contaminação). Cerca de 50 carpas (matrizes) serão deslocadas para a unidade de pesquisa de peixes mantida pela UEM em Floriano. 
 
A expectativa é que o ′piscinão′ esteja concluído na próxima semana e o processo de transferência das cargas siga um protocolo rigoroso de cuidados, considerando que baixas temperaturas tornam os peixes bastante sensíveis ao manuseio. Nesse período, as carpas recebem alimentação balanceada e, em função dos problemas que causaram a mortandade, estão sob tratamento com remédios. Nos últimos 10 dias não foram registradas mortes de peixes no Parque do Japão. 
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