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21/05/2021 às 10h18min - Atualizada em 21/05/2021 às 15h20min

Somos Agentes facilitadores da Transformação sustentável.

“Na construção civil é preciso desenvolver ações que reduzam impactos ambientais, potencializem a viabilidade econômica e gerem uma agenda social positiva”

SALA DA NOTÍCIA Vanessa de Cássia Tófano Denardi
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A responsabilidade do setor privado frente aos vultosos desafios da atualidade cresce cada vez mais. E esse processo acontece na medida em que compreendemos a importância de nos tornarmos agentes de transformação. Isto é, somo gestores, líderes e responsáveis por decisões estratégicas que precisam abraçar o protagonismo das grandes mudanças em um contexto genuíno, de dentro para fora. 
Sem dúvidas, 2021 é um ano de transições. Por isso, entre os grandes temas do mundo corporativo estão as ações fundamentadas na sustentabilidade, inseridas em uma grande onda de inovação. E o ESG (environmental, social and governance) chegou às nossas mesas, não como uma tendência, mas sim uma iniciativa que precisa ser acoplada às práticas do negócio.
 Para se ter uma ideia do tamanho desse paradigma, recentemente o CEBDS – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – reuniu 33 empresas (incluindo a Vedacit) e bancos que assinaram um documento solicitando ao governo metas mais ambiciosas relacionadas ao clima e um esforço maior para a construção de uma agenda de retomada sustentável para a economia brasileira.
Esse movimento reflete ainda a busca pela certificação do Sistema B, que confere às Organizações a chancela de seus propósitos voltados para solucionar temas sociais e ambientais. Na prática, isso significa que as empresas certificadas assumem o compromisso de resolver os impactos a partir dos produtos e serviços que vendem e por meio de suas ações que envolvem todo o ecossistema de stakeholders.
Todo esse cenário vai muito além das questões altruístas e insere a sustentabilidade como uma estratégia inteligente para alavancar a produtividade e melhorar, consideravelmente, os patamares de performance no mercado prevendo o alcance de resultados à longo prazo. O tema deve então ser pautado dentro de aspectos inseridos diretamente nos processos de governança. 
Dados publicados no relatório “Perspectivas Globais de Energia”, da McKinsey, trazem a previsão de quem, em 2035, quase metade da capacidade global de energia será de origem solar e eólica, o que coloca um prazo para que as empresas do setor acelerem a transição para a produção e maior oferta de energias renováveis. Somos catalisadores dessas ações e não é para o futuro que devemos olhar se queremos de fato transformar a economia e o cenário estrutural do país.
Na construção civil temos uma grande oportunidade de agirmos em prol do desenvolvimento sustentável agora, mais do que nunca! A tecnologia é a mola propulsora das iniciativas e o setor demanda soluções que atendam à essas necessidades específicas.
Ou seja, neste mercado existem grandes possibilidades para investidores e empreendedores, pois se desenha aí um caminho favorável às construtechs e proptechs, que são as startups do segmento. Estamos falando sobre um campo fértil de modernização de infraestrutura, principalmente nos canteiros de obras.
E há investimento sendo disparado nessa direção. A Terracotta Ventures, uma das mais importantes empresas da América Latina de venture capital, acaba de anunciar um fundo de investimentos de R$ 100 milhões para as startups do mercado.
É chegada a hora da valorização e da necessidade de operações sustentáveis estarem no centro das ações. A pandemia do Covid-19 nos mostrou como a colaboração é capaz de manter as portas abertas dos negócios e assegurar a lucratividade. E não há nada mais colaborativo do que o desenvolvimento sustentável, que permite às empresas um olhar para se reinventarem e pensarem em mudanças assertivas.  
Vivemos um momento em que o papel das Organizações ganha maior importância social. Estamos ressignificando valores e propósitos, “virando a chave” do foco, que não pode mais estar na obtenção do lucro a qualquer custo. Nosso papel, a partir de agora, deve ser atender as necessidades primordiais e entre elas está transformar a saúde das habitações e a qualidade de vida das pessoas.

*Marcos Campos Bicudo é presidente da Vedacit. Formado em Administração de Empresas pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), com especializações em Programas de Gestão Executiva em Harvard, INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Empresas), Kellogg e Universidade de Cambridge. Possui 23 anos de experiência na indústria de bens de consumo (B2C), 7 anos na indústria de materiais de construção, iluminação e saúde (B2B) com mais de 14 anos atuando como CEO  em empresas como Amanco, Philips e Masisa, com sólida carreira internacional nos Estados Unidos, Canadá, Europa e América Latin


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