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27/05/2019 às 13h37min - Atualizada em 27/05/2019 às 13h37min

Maringá é o maior gerador de empregos do interior do Paraná.

Da Dir.Com.Maringá
Divulgação / SINE


Classificado atrás apenas da capital, Curitiba, o município de Maringá foi o maior gerador de empregos do interior e o segundo maior do Paraná no mês de fevereiro deste ano.
Conforme dados divulgados nesta semana pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, o ranking paranaense de geração de empregos em fevereiro de 2019 é liderado por Curitiba, com 3.597 postos de trabalho, seguido de Maringá (1.205); Ponta Grossa (1.000); Cascavel (864), Pato Branco (671); Cornélio Procópio (662) e Londrina (652 vagas).
De acordo com levantamento feito pela Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento Econômico (Seide), a Agência do Trabalhador de Maringá foi responsável pela inserção de 398 trabalhadores no mercado de trabalho, dentro do saldo de 1.205 vagas de empregos formais atingido no segundo mês deste ano no município. A contribuição ajudou a dobrar o número registrado em fevereiro do ano passado, quando o mercado de trabalho disponibilizou 603 vagas em Maringá.
“Em fevereiro deste ano foram abertos 7.374 postos de trabalho no município contra 6.169 demissões, o que representa 0,83 por cento na variação de empregos em relação ao mês de janeiro”, observa a diretora da Agência do Trabalhador, Clarice Sobczack Chimirri.
Do total de trabalhadores contratados em fevereiro, 35% são mulheres e 5% são pessoas com deficiência. O maior número de trabalhadores contratados, 25%, atinge a faixa etária entre 30 e 39 anos de idade.
 
Setor de serviços
O balanço aponta também que a soma do saldo de empregos registrado nos dois primeiros meses deste ano atinge 2.444 vagas em Maringá, representando uma variação positiva de 1,9 - quase o dobro em relação ao mesmo período de 2018.
Os setores econômicos do município que mais contrataram entre janeiro e fevereiro deste ano foram o segmento de serviços, que gerou 40% das vagas; a construção civil, que contribuiu com 22%; o comércio (21%) e a indústria de transformação (17%).
“Maringá apresenta, por tradição, uma economia sempre aquecida nos setores de prestação de serviços e da construção civil. Tudo isso, aliado ao programa de estímulo e de atração de novas empresas e negócios desenvolvido no município, favorece a geração sistemática de novos postos de trabalho e, consequentemente, a expressivos índices de empregabilidade, como esses já registrados nos primeiros meses deste ano”, analisa o secretário municipal de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Francisco Favoto.
Ainda conforme dados do Caged, no Paraná o número de empregos formais também dobrou em relação a fevereiro de 2018. Foram criadas 18.254 novas vagas neste ano contra 7.703 vagas no mesmo mês do ano passado, classificando o Estado na quarta colocação nacional.
No Brasil foram criados 173.139 empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano. É o melhor desempenho para o mês desde 2014, quando foram abertas 260.823 vagas formais. Os saldos positivos foram registrados em 20 das 27 unidades da federação.
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