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25/01/2021 às 15h52min - Atualizada em 25/01/2021 às 15h52min

MRX #73 vence as Mil Milhas do Brasil em Interlagos.

Segunda clássica da endurance brasileira vencida em dois meses pelo MRX #73 da equipe LT, de Leandro Totti.

Rodrigo Gini
Do recemotor.com.br
Claudio Kolodziej
Depois dos 500km de Interlagos, foi a vez das Mil Milhas do Brasil, em sua segunda edição desde a retomada da prova criada pelo barão Wilson Fittipaldi. Além do piloto da Copa Truck, José Vilela, Guga Ghizo, Léo Yoshi e Eduardo Pimenta comandaram o protótipo ao longo das 10h06min21 de corrida – encerrada por tempo, em vez das 373 voltas previstas.
Nem mesmo o quinteto vencedor esteve livre de problemas ao longo das 291 voltas. Ainda na primeira hora, Totti acabou tocando no MRX #32 da MC Tubarão no Laranjinha. Depois, o #73 foi obrigado a cumprirdrive through por irregularidade numa relargada.

Pole, o #32 foi o primeiro líder da prova, mas perdeu terreno depois de um problema mecânico na Reta Oposta que o fez ser rebocado de volta aos boxes. Problemas também para o MRX #72 (Motorcar). Os contratempos levaram o Roco-Hayabusa (montado sobre um chassi Ralt RT34 de F-3) à primeira posição, mas o carro pilotado por José Córdova/Robbi Perez/Maurizio Sala/Juliano Moro também perdeu tempo nos boxes.
Na metade da prova, a chuva trouxe um desafio a mais para os times – a essa altura, o #73 já liderava, seguido pelo R1 #31. Tanto com a pista molhada quanto mais tarde, já com asfalto seco, o carro da LT era, em média, seis segundos mais rápido que o perseguidor mais próximo. E como nos 500km, a perda de performance dos freios exigiu um ritmo mais conservador, mas não impediu a vitória dos paranaenses, quatro voltas à frente do #31, que venceu na P4.
O Roco desta vez contou com a durabilidade mecânica para assegurar o terceiro lugar geral (segundo na P3). Perez e Córdova confirmaram que devem usá-lo apenas para provas mais longas, apostando em outra máquina no Império Endurance Brasil.

Surpresas:
A boa surpresa foi a quarta posição do Aldee-VW #6 da equipe HT Guerra, que participou das duas corridas da Gold Classic e só teve a participação confirmada na véspera. Caio Lacerda, Giovani Almeida e Humberto Guerra levaram o modelo tubular criado nos anos 1990 por Almir Donato a um resultado acima das expectativas do time.                                                                                                                          Mesmo caso da quinta posição final do Celta 2.0 #17 da equipe OTO. Otávio Carmacio, Mauricio Salva e Rafael Kasai venceram ainda na TN1A. O VW Vol #111 de Rafinha Thiamer/Luiz Henrique/Maurício Marchioni foi o melhor na TN1, à frente do trio feminino (Renata Camargo/Lu Klai/Fernanda Aniceto) do Voyage #3 – lideravam, mas sofreram a quebra da homocinética na última hora. Mesmo com problemas na reta final, o Omega #9 (Ciro Paciello/Ricardo Alvarez/Evandro Camargo/Julio César) levou a TN1B.

Superação;

Como é tradição na prova, as equipes se superaram diante dos problemas mecânicos, com trocas de motor e recuperação de acidentes ou panes graves. O que fez a VW Brasília #96 da Mamba Negra voltar à disputa depois que uma biela rompeu o bloco ainda na segunda volta.
Uma atração à parte foi a presença de um Corvette C6R ZR1. Rodrigo Corbisier e Ricardo Gouveia usaram a prova como um grande teste para o desenvolvimento do carro.
 
 
 
 
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