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18/01/2021 às 15h29min - Atualizada em 18/01/2021 às 15h29min

Can-Am conquista Dakar pelo 4º ano consecutivo e sul-americanos mostram supremacia nos UTVs.

Competindo com o Can-Am Maverick X3, os chilenos Chaleco Lopez e JP Vinagre da South Racing Can-Am venceram metade das etapas.

Luiz Felipe Chaguri
Do F1mania.net.com.br.
MCH Photography
Competindo com o Can-Am Maverick X3, os chilenos Chaleco Lopez e JP Vinagre da South Racing Can-Am venceram metade das etapas; Brasil conquista vice-campeonato com Gustavo Gugelmin na dupla com o piloto norte-americano Austin Jones, da Monster Energy Can-Am; Vitória na última especial foi da dupla brasileira formada por Reinaldo Varela e Maykel Justo, que também fecharam Dakar 2021 no top-5 geral entre os UTVs.

Depois de 12 etapas, o Rally Dakar 2021 chegou ao fim nesta sexta-feira, na Arábia Saudita, consagrando a Can-Am como a grande campeã na categoria UTV. Pelo quarto ano seguido, a marca foi a melhor na competição que é considerada o rali mais difícil do mundo em diversas categorias.
E a América do Sul dominou o pódio, mostrando sua supremacia no esporte, marcando a terceira conquista de título nos últimos quatro anos, sempre com Can-Am. Em 2018, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin foram os campeões; em 2019 foram os chilenos Francisco “Chaleco” Lopez e Alvaro Quintanilla. Este ano de 2021 marca o quarto triunfo seguido da Can-Am e segundo de “Chaleco”, agora com o navegador Juan Pablo Vinagre.

O Brasil ainda registrou uma forte presença na categoria UTV do Dakar com resultados relevantes. O vice-campeonato ficou com a dupla do navegador Gustavo Gugelmin e o piloto Austin Jones, da equipe Monster Energy Can-Am, apenas 17min23seg atrás dos chilenos. Outro excelente resultado foi da dupla Reinado Varela e Maykel Justo, também da Monster Energy Can-Am, que venceu a etapa final e, com chegada em Jeddah, conquistou a 5a posição na geral acumulada.
“Vencer o rali pelo quarto ano consecutivo nos dá muito orgulho, já que o Dakar é realmente a corrida mais difícil do mundo. Para dominar essa prova, o Maverick X3 precisou estar preparado e ter capacidade de superar cada cenário potencialmente difícil. Planejamos as condições mais adversas, analisamos como nossas máquinas reagem ao longo dos 12 dias e aplicamos nossos aprendizados em toda a nossa linha. No final do dia, tudo o que fazemos é para melhorar a experiência dos nossos pilotos”, diz Bernard Guy, Vice-Presidente Global em Estratégia de Produto da BRP.

O bicampeão do Dakar, Chaleco e o navegador Juan Pablo encerraram o Dakar com o total cronometrado em 53 horas, 41 minutos e 2 segundos, vencendo 6 das 12 etapas.
“É um sonho realizado, e a sensação de vencer a corrida mais difícil do mundo é absolutamente emocionante. Foi um grande trabalho de preparação focado em vencer o Dakar. Mas, nada disso seria possível se não estivéssemos com a máquina certa: o Can-Am Maverick X3. Esta ‘fera’ pode enfrentar qualquer coisa e você pode encarar qualquer desafio, seja na areia, nas pedras ou na lama. O Maverick X3 entrega uma mistura perfeita de velocidade, resistência e performance para vencer esse rali”, diz Chaleco.

O Can-Am Maverick X3 mostrou mais uma vez sua robustez durante o rali que leva pilotos navegadores e veículos ao limite. Em 2021, o Maverick X3 foi o vitorioso na classificação geral acumulada, considerando Veículos Leves e UTVs; esteve entre os 11 primeiros colocados na categoria, sendo que 24 das 29 duplas que finalizaram a prova competiram com um UTV Can-Am, percorrendo juntos mais de 183,5 mil Km em 12 dias de provas.

Brasil no top-5 do Dakar:
A etapa decisiva do Dakar foi marcada pela experiência brasileira nos UTVs, na Arábia Saudita. Reinaldo Varela e o navegador Maykel Justo conquistaram a vitória na última especial do rali, com o Can-Am Maverick X3. A dupla fechou a prova em 2 horas, 44 minutos e 26 segundos, terminando o rali no top-5.
“Terminamos o Dakar com uma especial bem complicada, com uma quantidade de pedras fora do normal, grandes mesmo, foi ‘pauleira’. Parabéns aos vencedores e obrigado ao Maykel pela nossa excelente parceria. Agradeço também aos brasileiros e todos que torceram por nós”, diz Varela, campeão em 2018 no Dakar com a Can-Am.

Navegador de Varela nesta conquista de três anos atrás, Gugelmin também comemorou o resultado da prova de 2021, com o vice entre os UTVs.
Competindo com o Can-Am Maverick X3, os chilenos Chaleco Lopez e JP Vinagre da South Racing Can-Am venceram metade das etapas; Brasil conquista vice-campeonato com Gustavo Gugelmin na dupla com o piloto norte-americano Austin Jones, da Monster Energy Can-Am; Vitória na última especial foi da dupla brasileira formada por Reinaldo Varela e Maykel Justo, que também fecharam Dakar 2021 no top-5 geral entre os UTVs.
Depois de 12 etapas, o Rally Dakar 2021 chegou ao fim nesta sexta-feira, na Arábia Saudita, consagrando a Can-Am como a grande campeã na categoria UTV. Pelo quarto ano seguido, a marca foi a melhor na competição que é considerada o rali mais difícil do mundo em diversas categorias.
E a América do Sul dominou o pódio, mostrando sua supremacia no esporte, marcando a terceira conquista de título nos últimos quatro anos, sempre com Can-Am. Em 2018, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin foram os campeões; em 2019 foram os chilenos Francisco “Chaleco” Lopez e Alvaro Quintanilla. Este ano de 2021 marca o quarto triunfo seguido da Can-Am e segundo de “Chaleco”, agora com o navegador Juan Pablo Vinagre.

O Brasil ainda registrou uma forte presença na categoria UTV do Dakar com resultados relevantes. O vice-campeonato ficou com a dupla do navegador Gustavo Gugelmin e o piloto Austin Jones, da equipe Monster Energy Can-Am, apenas 17min23seg atrás dos chilenos. Outro excelente resultado foi da dupla Reinado Varela e Maykel Justo, também da Monster Energy Can-Am, que venceu a etapa final e, com chegada em Jeddah, conquistou a 5a posição na geral acumulada.
“Vencer o rali pelo quarto ano consecutivo nos dá muito orgulho, já que o Dakar é realmente a corrida mais difícil do mundo. Para dominar essa prova, o Maverick X3 precisou estar preparado e ter capacidade de superar cada cenário potencialmente difícil. Planejamos as condições mais adversas, analisamos como nossas máquinas reagem ao longo dos 12 dias e aplicamos nossos aprendizados em toda a nossa linha. No final do dia, tudo o que fazemos é para melhorar a experiência dos nossos pilotos”, diz Bernard Guy, Vice-Presidente Global em Estratégia de Produto da BRP.
O bicampeão do Dakar, Chaleco e o navegador Juan Pablo encerraram o Dakar com o total cronometrado em 53 horas, 41 minutos e 2 segundos, vencendo 6 das 12 etapas.
“É um sonho realizado, e a sensação de vencer a corrida mais difícil do mundo é absolutamente emocionante. Foi um grande trabalho de preparação focado em vencer o Dakar. Mas, nada disso seria possível se não estivéssemos com a máquina certa: o Can-Am Maverick X3. Esta ‘fera’ pode enfrentar qualquer coisa e você pode encarar qualquer desafio, seja na areia, nas pedras ou na lama. O Maverick X3 entrega uma mistura perfeita de velocidade, resistência e performance para vencer esse rali”, diz Chaleco.

O Can-Am Maverick X3 mostrou mais uma vez sua robustez durante o rali que leva pilotos navegadores e veículos ao limite. Em 2021, o Maverick X3 foi o vitorioso na classificação geral acumulada, considerando Veículos Leves e UTVs; esteve entre os 11 primeiros colocados na categoria, sendo que 24 das 29 duplas que finalizaram a prova competiram com um UTV Can-Am, percorrendo juntos mais de 183,5 mil Km em 12 dias de provas.
Confira a classificação preliminar na categoria UTV, do 12o dia de prova e o resultado geral acumulado do Dakar 2021:

12o dia – 15 de janeiro:
1º) Reinaldo Varela (Brasil)/Maykel Justo (Brasil), Can-Am Maverick XRS Turbo / 2h44min26seg
2º) Michal Goczal (Polônia)/ Szymon Gospodarczyk(Polônia), Can-Am Maverick XRS / + 0min42seg
3º) Kees Koolen (Holanda) /Jurgen Van Den Goorbergh (Holanda), Can-Am XRS Turbo / + 3min36seg
4º) Sergei Kariakin (Rússia)/Anton Vlasiuk (Rússia), Can-Am Maverick X3 Turbo / + 6min23seg
5º) Aron Domzala (Polônia)/Maciej Marton (Polônia), Can-Am Maverick X3 / + 6min37seg
6º) Austin Jones (EUA)/Gustavo Gugelmin (Brasil), Can-Am Maverick XRS Turbo / + 6min52seg
7º) José Antonio Hinojo Lopez (Espanha)/Diego Ortega Gil (Espanha), Can-Am Maverick X3 Turbo / + 8min46seg
8º) Francisco “Chaleco” Lopez (Chile)/Juan Pablo Vinagre (Chile), Can-Am Maverick XRS Turbo / + 9min15seg
9º) Gerard Farres (Espanha)/Armand Monleon (Espanha), Can-Am Maverick XRS Turbo / + 11min26seg
1º) Marek Goczal (Polônia)/Rafal Marton (Polônia), Can-Am XRS Turbo/ + 13min26seg
Resultado Final Acumulado após 12 etapas:
1º) Francisco “Chaleco” Lopez (Chile)/Juan Pablo Vinagre (Chile), Can-Am Maverick XRS Turbo – 53h41min02seg
2º) Austin Jones (EUA)/Gustavo Gugelmin (Brasil), Can-Am Maverick XRS Turbo / +17min23seg
3º) Aron Domzala (Polônia)/Maciej Marton (Polônia), Can-Am Maverick X3 / + 51min53seg
4º) Michal Goczal (Polônia)/ Szymon Gospodarczyk(Polônia), Can-Am Maverick XRS / + 1h13min58seg
5º) Reinaldo Varela (Brasil)/Maykel Justo (Brasil), Can-Am Maverick XRS Turbo / + 1h27min05seg
6º) Kees Koolen (Holanda) /Jurgen Van Den Goorbergh (Holanda), Can-Am XRS Turbo / + 3h50min47seg
7º) José Antonio Hinojo Lopez (Espanha)/Diego Ortega Gil (Espanha), Can-Am Maverick X3 Turbo/ +3h58min24seg
8º) Marek Goczal (Polônia)/Rafal Marton (Polônia), Can-Am XRS Turbo/ +4h41min09seg
9º) Khalifa Al Attiyah (Qatar)/Paolo Ceci (Itália), Can-Am XRS Turbo / + 4h42min18seg
10º) Eric Abel (França)/Christian Manez (França), Can-Am Maverick X3 / + 5h43min55seg
 
 
 
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