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21/12/2020 às 10h17min - Atualizada em 21/12/2020 às 17h30min

Por que pensar em benefícios corporativos no planejamento do orçamento anual?

Iniciativa resulta em aumento de engajamento, produtividade e vantagem competitiva

SALA DA NOTÍCIA Mayra Ribeiro

Com a chegada do final de ano, surge uma atividade indispensável na agenda das empresas: o planejamento do orçamento anual. Ou seja, é o momento de parar e refletir sobre os investimentos estratégicos para o próximo ano, que podem otimizar o impulsionamento do negócio. Aqui, os programas de benefícios costumam ficar de lado. Mas esse tipo de assistência financeira ao colaborador deve ser olhada com mais atenção, principalmente nesse contexto de novo normal, em que os profissionais apresentam necessidades diferenciadas. 

“Muitos executivos acreditam que os benefícios corporativos são somente um auxílio transporte ou refeição, o que perdeu o sentido na pandemia, visto que a boa parte dos colaboradores ainda segue em home office. Com essa nova realidade, outras ofertas se fazem necessárias, como auxílio psicológico ou exercícios físicos que podem ser realizados in door. São os atualmente chamados de benefícios flexíveis’’, afirma Marco Ferelli, fundador da Allya, HR Tech com foco em programas de benefício e bem-estar financeiro dos colaboradores. 

De acordo com Ferelli, a iniciativa é benéfica para ambas as partes. “Quando a empresa investe no colaborador, também está investindo na saúde organizacional. Ao permitir que o profissional tenha acesso a itens de lazer, cultura e saúde física e emocional, ainda mais durante um período social tão complexo, gera-se uma humanização da situação, na qual os envolvidos transformam-se em um verdadeiro time. Enquanto os empresários cuidam do bem-estar do colaborador, este se sente mais motivado e disposto a enfrentar os desafios diários corporativos. Com isso, aumenta-se o engajamento e, consequentemente, a produtividade e vantagem competitiva também crescem”. 

Para quem deseja agregar valor à organização a partir dos benefícios flexíveis e manter o orçamento organizacional em dia, não há uma fórmula mágica a ser seguida. Na verdade, o segredo é simples: ouvir. Afinal, somente é possível descobrir as reais necessidades dos colaboradores ao escutá-los. Após esse exercício, o ideal é deixar uma verba destinada às principais demandas em comum do time. “Ao realizar um planejamento financeiro organizacional, o diferencial não é o quanto se investe, mas, sim, no que se investe. Uma empresa é formada por colaboradores, por isso a necessidade do investimento em pessoas”, pontua Ferelli. 

Fundada em 2015, a Allya é uma HR tech de São Paulo, com foco em benefícios corporativos e bem-estar financeiro. Na prática, trata-se de uma plataforma capaz de aumentar o nível estratégico do RH ao terceirizar a gestão de parcerias e auxiliar os colaboradores a pouparem seus salários. Ao todo, são mais de 30 mil parceiros, que podem ser acessados pela web ou pelo aplicativo em um sistema de geolocalização, que leva uma experiência personalizada aos usuários.  Entre os 180 clientes estão Nestlé, P&G, Banco Pan, Cyrela, Localiza e Accenture.  Para mais informações, acesse allya.com.br


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