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07/12/2020 às 13h08min - Atualizada em 07/12/2020 às 13h10min

São Paulo inicia vacinação em janeiro

Butantan começa produção da CoronaVac

SALA DA NOTÍCIA Gazeta da Semana
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O Instituto Butantan deve começar nesta 2ª feira (7.dez.2020) a produção da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. Também nesta 2ª, o governo de São Paulo anuncia o plano de vacinação para o Estado.

São Paulo recebeu, na última 5ª feira (3.dez), um lote de 600 litros de matéria-prima para a fabricação do imunizante. Segundo o governador João Doria (PSDB), os insumos serão suficientes para a produção de 1 milhão de doses da CoronaVac.

De acordo com a GloboNews, cerca de 40 profissionais do Butantan vão trabalhar na fabricação da vacina. As doses devem estar prontas em até 7 dias.

Em 19 de novembro, 120 mil doses prontas da vacina chegaram ao Brasil. O objetivo do Butantan é ter 46 milhões de doses disponíveis até a metade de janeiro. O acordo entre o governo de São Paulo e a Sinovac prevê a compra de 6 milhões de doses prontas e matéria-prima para produção de outras 40 milhões.

O governo paulista quer começar a vacinação em janeiro de 2021. Precisa, no entanto, que a CoronaVac seja aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O relatório final deve ser enviado ao órgão ainda em dezembro. Análise preliminar indica que a CoronaVac tem 97% de eficácia contra a covid-19.

Em entrevista concedida na última 5ª (3.dez), o coordenador do Centro de Contingência para covid-19, José Medina, falou que os profissionais de saúde e pessoas acima dos 50 anos devem ser os primeiros a receberem a vacina.

 

VACINAÇÃO NO BRASIL

O Ministério da Saúde divulgou em 1º de dezembro um documento em que apresenta, sem informar datas, o plano preliminar de vacinação contra a covid-19 no Brasil. Leia a íntegra do comunicado do Ministério da Saúde (557 KB).

Na 1ª fase serão imunizados trabalhadores da saúde, população idosa com mais de 75 anos, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em asilos ou instituições psiquiátricas, e população indígena.

Na 2ª fase do plano entram pessoas de 60 a 74 anos.

A 3ª prioriza pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença, como as que têm doenças renais crônicas e cardiovasculares.

Segundo a pasta, a 4ª fase deve abranger professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e detentos.

O governo federal tem acordo com a AstraZeneca para aquisição de 100 milhões de doses da vacina desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford. O acordo prevê também a transferência de tecnologia para a produção do imunizante pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Até o momento, o Ministério da Saúde não assinou contrato para compra de nenhuma outra vacina.


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