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08/05/2019 às 13h15min - Atualizada em 08/05/2019 às 13h15min

Reforço no serviço agiliza poda e corte de árvores em Maringá.

Da Dir. Com. Maringá
Aldemir de Moraes


O atendimento de pedidos de poda e corte de árvores e destoca segue em ritmo acelerado com a entrada em operação de empresas contratadas pela Prefeitura de Maringá para executar os serviços. As empresas reforçam a capacidade de trabalho das equipes da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Semusp) e ampliam o cronograma de atividades diárias para atender  demanda.  .
 
“Estamos nas ruas, diariamente, de manhã à noite para apressar o atendimento de protocolos registrados no 156 (Ouvidoria Municipal), priorizando as solicitações mais antigas e atuando de forma a reduzir o problema de árvores já vistoriadas e que aguardam algum procedimento, de remoção ou poda”, afirma o secretário de Serviços Públicos, Vagner de Oliveira. 
 
Diariamente, cronograma estabelece ruas e avenidas da cidade onde o trabalho se concentra. Cada empresa tem uma escala de trabalho, assim como as equipes da Semusp. “Dessa forma atendemos ao mesmo tempo diversas áreas da cidade, sempre focando nas urgências e nos protocolos gerados a partir das reclamações do contribuinte. O trabalho não para”, afirma o secretário. 
 
A arborização sempre foi um diferencial da cidade. Desde os primórdios da colonização, árvores pontuaram ruas, praças e avenidas como elemento relevante da ocupação urbana. O urbanista Jorge de Macedo Vieira, responsável por desenhar Maringá para a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, já previa duas grandes áreas verdes no centro  (Parque do Ingá e Bosque 2). 
 
O crescimento da cidade, envelhecimento das árvores e a escolha de espécies que com o tempo se mostraram inadequadas para os espaços públicos centrais, transformaram a arborização num passivo exigente em controle e manutenção, mas não menos importante. Tanto que, além de ações pontuais de poda, corte e destoca, ações mais estratégicas estão em curso.
 
Plano de Arborização, organizado por engenheiros florestais, biólogos, arquitetos, historiadores, entre outros profissionais, além de ter o apoio de técnicos da Copel e Sanepar, cria banco de dados com informações diversas sobre árvores, o que inclui espécies plantadas e protocolos de espera para remoção e poda.
 
“Ainda que a arborização exija investimentos e cuidados na manutenção, nunca deve ser vista como um problema, considerando os enormes benefícios que proporciona à qualidade de vida”, explica Vagner de Oliveira, acrescentando que o município avança não apenas no atendimento das reclamações do contribuinte, mas principalmente no planejamento de longo prazo. 
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