MENU

07/05/2019 às 12h58min - Atualizada em 07/05/2019 às 12h58min

Maringá - Saúde intensifica prevenção e derruba índice de infestação da dengue.

Da Dir. Com. Maringá
Divulgação


Na manhã desta segunda(6), o secretário de Saúde, Jair Biatto, divulgou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Lira). O Índice Geral de Infestação Predial do Município de Maringá (IIP) apontou médio risco com 1,4% de infestação do transmissor da dengue (período de pesquisa de 22 a 27 de abril). Os resultados da pesquisa são de acordo com a região próxima das 34 Unidades Básicas de Saúde. O número é inferior ao 1º LIRA divulgado em janeiro, quando o IIP registrou 4,2%, maior que a média considerada para alerta de 3,9%. 
 
Segundo a pesquisa, com 48,60% os principais criadouros do mosquito são encontrados em lixos intra domiciliares. Em segundo, barris e tinas (22,30%), na sequência vasos de plantas (20,30%), pneus (3,40%), depósitos fixos e naturais (3,40%), e caixas d′água com 2%. De acordo com o Laboratório de Climatologia do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mesmo com percentual médio, Maringá está entre sete cidades com alto risco climático para desenvolvimento de criadouros em estações meteorológicas. Paranavaí, Apucarana, Cianorte, Umuarama, Guaratuba e Paranaguá integram o grupo.
Em Maringá, são 163 casos confirmados e outros dois importados de outras cidades. O registro refere-se ao período de 29 de julho de 2018 até 2 de maio de 2019, quando também houve a notificação de 1.643 casos da doença e um óbito. O boletim também destaca, nessa mesma fase que compreende o calendário epidemiológico estadual, 16 casos de notificação de febre Chikungunya e 3 de Zika Vírus. Em nenhum houve confirmação das doenças. Um caso de óbito por dengue Tipo 2 está sendo investigado e o resultado deve ser divulgado ainda nesta semana. 
 
A secretaria faz o alerta para que a população faça sua parte no combate ao mosquito Aedes aegypti, reparando no próprio quintal, evitando recipientes que possam acumular água. “Percebemos que o índice reduziu, mas o tempo seco e com percentual baixo de chuvas nas últimas semanas, tem contribuído para o resultado. Não significa que devemos parar com as ações, muito pelo contrário, Maringá precisa manter alerta para não correr o risco com epidemia”, disse Biatto.
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »
Fale pelo Whatsapp
Fale Conosco
Precisa de ajuda? fale conosco pelo Whatsapp