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02/09/2020 às 14h27min - Atualizada em 02/09/2020 às 14h27min

Tour de France 2020, etapas, altimetria e expectativas.

A 28ª edição começou dia 29 de agosto, terá 3.460 km em 21 etapas.

Do bikemagazine.com
Divulgação Tour de France


O Tour de France, que começou no sábado (29 de agosto). Um Tour diferente, sem abraços, autógrafos e selfies devido a pandemia.

Serão diversos protocolos para garantir a segurança do pelotão, com testes, distanciamento social e diversas mudanças – uma delas foi a exclusão das garotas do pódio nas cerimônias de premiação. Será, sem dúvida, um Tour diferente, sem o quatro vezes campeão Chris Froome, excluído da equipe Ineos, nem o sprintista Mark Cavendish, que ficou de fora da escalação da Bahrain-McLaren.
“Será um Tour de France único e singular, com muitos pontos interessantes, especialmente para os ciclistas que tiveram de se preparar de forma distinta devido a toda esta situação. Terá menos calor, mais vento, veremos menos pessoas nas ruas, provavelmente, mas a festa estará presente, respeitando as medidas sanitárias”, declarou Christian Prudhomme, diretor do Tour. “2020 não será o melhor ano para pedir autógrafos. O público poderá vir ao Tour, mas haverá um filtro mais severo. Nas montanhas, favoreceremos quem subir a pé ou de bicicleta. Mas, repito, a situação pode ser alvo de alterações a cada dia que passa”.
 
 
 Tour de France 2020 começou em Nice, na Riviera Francesa
 
Primeira semana
O Tour de 2020 vai passar pelas cinco cadeias montanhosas da França. A largada será em Nice, com uma etapa de 156 km que deve terminar em sprint na Promenade des Anglais, a badalada avenida beira-mar.
 
Segunda etapa terá o Col d’Eze
A 2ª etapa vai subir o Haut Pays, com 3.700 metros de extensão, e ainda o Col d’Eze e o Col des Quatre Chemins a nove quilômetros da chegada, novamente na Promenade des Anglais. “O velocista com a camisa amarela conquistada no dia anterior estará em uma situação complicada assim que subir ao Col de la Colmiane e terá que enfrentar as curvas acentuadas em direção ao Col de Turini e, eventualmente, dirigir-se ao Col d’Eze. Uma etapa de montanha com duas passagens a mais de 1.500m já no segundo dia de corrida é uma grande estreia”, avalia Prudhomme.
 
 
 
Terceira etapa termina em Sisteron:
 
No 4º dia pelotão vai ao Orcières-Merlette, que apareceu pela última vez no Tour em 1989
 
A 5ª etapa vai de Gap a Privas
 
Col de la Lusette está no percurso final da 6ª etapa
Depois de Nice, o pelotão segue para o nordeste, com chegadas em Sisteron, Orcières-Merlette e o Mont Aigoual. Orcières-Merlette apareceu pela última vez no Tour em 1989, quando Steven Rooks venceu o contrarrelógio individual e Greg LeMond vestiu a camisa amarela. A subida de 1.840m de altura não é a mais assustadora – 11km a uma média de 5,9% -, mas uma chegada ao alto logo no início da disputa deve dar uma boa indicação das ambições gerais dos favoritos. Uma segunda chegada de montanha, no observatório de Mont Aigoual, também será determinante na primeira parte da competição.
 
A 7ª etapa prometer ser rápida
 
Na 8ª etapa pelotão terá primeiro dia nos Pirineus
O percurso seguirá então para o oeste dos Pireneus, via Millau e Cazères, na região de Garonne, para um fim de semana de pura escalada. A 8ª etapa, em Loudenvielle, vai escalar o Col de Menté, Porte de Balès e o Col de Peyresourde, em um dia dinâmico e exigente. “Um boa descida poderá fazer a diferença a cerca de dez quilômetros até o final”, afirma Prudhomme

 

No dia seguinte, será a vez de percorrer o trajeto de Pau a Laruns, com o Col de la Hourcère e o Col de Marie Blancque no caminho. “Uma etapa montanhosa que começa com o Col de la Hourcère, que precede imediatamente a subida ao Col de Soudet. Pela sétima vez desde o início do Tour, os ciclistas vão pedalar a uma altitude superior a 1.500 m. Eles então lutarão na escalada extremamente íngreme até o Col de Marie Blanque antes de voltarem para Laruns”, completa o diretor do Tour.
Segunda semana

Após o primeiro dia de descanso, o pelotão será transferido 400 km ao norte, na costa do Atlântico, para a 10ª etapa, com 180 km ao redor de um deslumbrante mas possivelmente trajeto marcado por fortes ventos. “A etapa será de Ile de Re a Il d’Oleron, duas ilhas ligadas por uma etapa do Tour, que já é uma novidade para o pelotão, que poderá ter dificuldade em chegar a Saint-Martin-de-Ré. A etapa será marcada por um pecurso junto ao mar… e a travessia deverá ser com vento”, diz o diretor.
A 11ª etapa deixa a costa e segue para Poitou. “. “O cenário estará pronto para uma corrida rápida em Poitiers com uma reta final de 1,5 km”, avalia Prudhomme. A 12ª etapa, de Chavigny a Sarran, terá 218 km e será a mais longa do Tour de 2020. “O pelotão vai passar pelas estradas das áreas de Vienne e Haute-Vienne. Mas será em Corrèze que os mais ambiciosos poderão aproveitar a dificuldade final, o Suc au May, para fazer diferença”, continua.

Duas ilhas no percurso da 10ª etapa
 
A 11ª etapa será para velocistas
 
Altimetria da 12ª etapa
O Maciço Central dos Alpes, que foi muitas vezes esquecido por razões logísticas, está de volta na 13ª etapa, com chegada em Pas de Peyrol (Puy Mary), com 1.589 metros de altura, no coração dos vulcões extintos de Auvergne. “A viagem pelo Maciço Central terminará pela primeira vez no Puy Mary e contará com o maior ganho de elevação do Tour 2020, com um total de 4.400 metros de escalada. Antes de iniciar a subida final, os ciclistas terão que lidar com o Col de Ceyssat e o Col de Neronne. Os favoritos terão de estar no seu melhor”, diz Prudhomme.
A 14ª etapa vai de Clermot-Ferrand a Lyon, um dia que promete. “Como exige a tradição dos “bouchons lyonnais” (restaurantes típicos de Lyon), o cardápio será variado e esperamos uma batalha entre os especialistas nas fugas, os escaladores e os velocistas. Primeiro no Monts du Forez, onde os ciclistas terão que subir até o Col du Béal, e, depois, principalmente no percurso urbano de cerca de 15 quilômetros em Lyon, incluindo três subidas: a Côte de la Duchère, seguida pela Montée de l ‘Observance e finalmente o Côte de la Croix-Rousse a apenas 5 quilômetros da linha de chegada”, afirma o diretor do Tour.

A 13ª etapa será no Maciço Central dos Alpes
A 14ª etapa vai de Clermot-Ferrand a Lyon, um dia que promete. “Como exige a tradição dos “bouchons lyonnais” (restaurantes típicos de Lyon), o cardápio será variado e esperamos uma batalha entre os especialistas nas fugas, os escaladores e os velocistas. Primeiro no Monts du Forez, onde os ciclistas terão que subir até o Col du Béal, e, depois, principalmente no percurso urbano de cerca de 15 quilômetros em Lyon, incluindo três subidas: a Côte de la Duchère, seguida pela Montée de l ‘Observance e finalmente o Côte de la Croix-Rousse a apenas 5 quilômetros da linha de chegada”, afirma o diretor do Tour.
 
A 14ª etapa do Tour vai até Lyon
Na 15ª etapa o pelotão enfrenta o Grand Colombier
O Grand Colombier é o desafio antes do segundo dia de descanso. A 15ª etapa vai medir as forças dos escaladores. “Será quase uma escalada inteira ao Grand Colombier, com três das quatro estradas de acesso cobertas. A última subida da montanha começará em Culoz. A batalha promete ser intensa”, completa.
 
Terceira semana:

A terceira semana começa com uma 16ª etapa acidentada para Villard-de-Lans, que inclui a escalada do Montée de Saint Nizier de Moucherotte antes da técnica descida final. A 17ª etapa será intensa, de Grenoble a Méribel, com chegada na recém-construída ciclovia até o Col de la Loze, a 2.304 m de altura, e passagem pelo espetacular Col de la Madeleine, em um percurso que, desde já, a torna uma mais importantes etapas da competição.
“Só um grande campeão poderá vencer no Col de la Loze. O perfil da etapa convida os favoritos do Tour à ousadia. Eles ainda não conhecem a estrada que os levará ao Col de la Madeleine e não têm ideia do que esperar uma vez no resort de Méribel. E ainda terão 7 quilômetros irregulares extras para escalar com várias passagens em mais de 20%”, adianta Prudhomme.
 
Muitos desafios no primeiro dia após o 2º descanso
 
A 17ª etapa terá passagem pelo espetacular Col de la Madeleine
 
A 18ª etapa será para escaladores resistentes
Ainda nos Alpes, a 18ª etapa será igualmente difícil, com o Cormet de Roseland, o Col des Saisies, o Col des Aravis e o Plateau de Glières antes da chegada em La-Roche-sur-Foron. “O trajeto é para os escaladores mais resistentes. Serão mais de 4.000 metros de escalada”, avalia. 
A dois dias do final, a 19ª etapa terá chegada em Champagnole. “Os candidatos ao título e ao pódio podem ter liberdade para começar a se concentrar no desafio que aguarda o dia seguinte. Portanto, caberá aos velocistas que sobreviveram nos Alpes aproveitar a oportunidade para brilhar”, diz Prudhomme.
 
 
Etapa de transição a dois dias do final
 
Cronoescalada na penúltima etapa
A 20ª e penúltima etapa será uma cronoescalada de 36 km até La Planche des Belle Filles. “Uma final com cronoescalada é imprevisível, ainda mais com uma subida íngreme como o de Belles-Filles, com 5,9 km de comprimento a uma média de 8,5%. Se as diferenças de tempo forem pequenas, as posições no pódio podem mudar drasticamente”, avalia o diretor. Vale lembrar que, na última década, a penúltima etapa do Tour foi montanhosa em cinco ocasiões: Mont Ventoux (2009), Semnoz (2013), Alpe d’Huez (2015), Morzine (2016) e Val-Thorens (2019).
E, como manda a tradição, a festa termina em Paris, na avenida Champs-Ẻlysées, com champanhe e, em tempos de pandemia, com muitas expectativas em relação às regras de distanciamento social.
 
 
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